Terça-feira, 15 de Janeiro de 2008

E tu flor...

 

Acrilico de Wings

E tu flor….

Docemente abraçada pelo luar

Onde….

Escondes as tuas pétalas

Na noite….

Deixando cair na ausência

Uma lágrima, de orvalho vestida

 

E tu flor…

Que fazes da palavra um beijo

Impregnando o toque, com a tua essência

Teu  corpo move-se entre as estrelas

Transformando a escuridão em desejo!

 

E tu flor…

Perdida em meus ramos

Sobre o eterno luar

Selávamos ….

A união, de um amor…

E na troca das seivas

Nos perdemos…nos amamos…

 

publicado por wings às 00:38
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5 comentários:
De Lua de Sol a 15 de Janeiro de 2008 às 12:43
Já por aqui passei várias vezes e já me estava a irritar não me sair palavra!

O quadro: podia ter sido pintado por mim! É muito diferente dos outros teus que já vi. Tem uma cor mais vibrante, um traço mais simples. Se pintasse uma paisagem pintaria assim... a exalar a simplicidade da vida, da terra, do mundo e até dos sentimentos que se possam sobrepôr, mas que não deixam de ser simples. Das distâncias e dos paralelismos. Esteja a casinha no verde ou no trigueiro, o céu é o mesmo, as estrelas aproximam. Gostei muito. É puro.

O poema: é dos mais deliciosos que já li. Está de uma beleza sem fim. Pode ser sobre várias coisas, sobre várias pessoas, mas é certamente sobre uma flor. Arriscaria dizer que é a flor que se deixa quando se parte rumo ao Norte, vindo do Sul, com que se sonha à noite, debaixo de um luar mais frio, sempre mais frio... que se anseia descobrir através das estrelas que se imaginam que ambos olhem...
Está tão bonito!
A veia deu-te forte e "feio"!

Adoro poesia mas a maioria da que leio parece-me pirosa, é verdade... Claro que tenho alguns eleitos. E tu já figuras ao pé dos grandes. Então, este poema está sublime!

Uma beijoca cá da alfacinha, que finalmente lá descobriu com que palavras escrever!
De wings a 15 de Janeiro de 2008 às 23:20
Sabes, este quadro tem uma particularidade, que não é perceptivel na fotografia,as casitas são de barro, e estão aplicadas sobre a tela, são ideias loucas que por vezes me passam pela cabeça.
Quanto ao poema tens razão, a flor é tão simplesmente quem fica quando para o Norte vou!!
Acho que vou comprar um babete de tão babado fiquei com o teu comentário .

Beijinhos tripeiros
De Lua de Sol a 16 de Janeiro de 2008 às 01:03
Em barro? Que giro! Adoro ideias assim... Comprei botões e enfeites de espelho para tentar aplicar na tela... Mas ainda não concebi a ideia do quadro que levará tal maluqueira... Pena que não consiga ver o pormenor dessas casinhas de barro, deve valer a pena... Assim, ainda fiquei a gostar mais! Hehe!
Por falar nisso, já viste os meus cães (salvo seja, pois não são meus)? Não gostaste? Não és obrigado a gostar, mas como não disseste nada e já os postei há algum tempito. Estão no Tintas. São a carvão e pastel...

Beijinhos
De wings a 16 de Janeiro de 2008 às 01:26
Ainda não passei pelo tintas, vou lá passar, com que então cães, estou curioso...

Beijokas

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